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Entrou em operação nesta quinta-feira (26/01) o “Portal de Compras do Município de Apucarana”. Acessado através da rede mundial de computadores (internet), trata-se de uma ferramenta online que contém informações – em tempo real – sobre cotações de preço, aquisição de bens e contratações de serviços e obras, publicações de avisos de licitação, editais e demais atos dos processos licitatórios e contratos, bem como informações sobre o andamento de todos os processos realizados pela Prefeitura de Apucarana, Autarquia Municipal de Saúde (AMS), Autarquia Municipal de Educação (AME) e Instituto de Desenvolvimento, Pesquisa e Planejamento de Apucarana (Idepplan).
A iniciativa foi lançada em ato no Paço Municipal dentro dos festejos em comemoração aos 68 anos da cidade, sendo uma iniciativa da Superintendência de Compras, Licitações e Gestão de Contratos da Secretaria de Fazenda, em parceria com o Centro de Tecnologia da Informação (CTI) da Secretaria de Gestão Pública.
No “Portal de Compras” há disponível um link direto para o “Portal da Transparência”, que traz informações diárias e pormenorizadas sobre a execução orçamentária e financeira do município.
Entre outros serviços, no novo portal o cidadão poderá conferir as cotações de preços em andamento mais recentes e uma agenda com os processos que estão em processo de abertura por todas as entidades. “Fizemos uma pesquisa em nossa região e não identificamos nada semelhante, portanto está iniciativa é inédita por aqui. Ressalta-se que não tivemos nenhuma despesa com terceiros, o portal foi totalmente pensado, planejado, estruturado, executado, concluído e administrado por servidores municipais, que desde 2009 realizaram testes e estudos até chegar a esta ferramenta que, em suma, traz de forma transparente o que a prefeitura e suas autarquias compram, como compram, de quem compram e como liquidam seus compromissos”, disse explica professor Luiz Sérgio Hilário, secretário Municipal da Fazenda.
Ele frisou que qualquer interessado pode acessar o Portal de Compras. O usuário pode escolher duas formas de realizar a sua pesquisa: através da entidade ou da lista de cotações em andamento. “Independente da forma, ele tem acesso aos detalhes em todas as fases do processo, da publicação do edital de abertura até o relatório de julgamento e classificação”, explica Hilário. Segundo ele, também estão disponíveis os registros de preços, garantindo a aplicação dos recursos de forma adequada, bem como o cadastro de fornecedores inadimplentes que estão impedidos de vender para as entidades municipais.
O secretário de Gestão Pública, Waldomiro Popadiuk, definiu que a implantação deste portal marca de forma significativa a atual gestão. “Posso dizer que é uma alegria e tranquilidade fazer parte desta gestão. Este portal vai além do que é exigido por lei”, comentou. O superintendente de Compras, Licitações e Contratos, Sebastião Carlos Ferreira, contou que o portal é a evolução de todo o trabalho desenvolvido pela equipe municipal, mas em nível de intranet.
“A gestão pública passa por grande transformação desde a implantação da Lei de Responsabilidade Fiscal. Estamos na era da internet, do governo eletrônico, onde a velocidade da informação nos surpreende a cada dia. Com o lançamento desta ferramenta utilizamos a tecnologia para facilitar o cotidiano daqueles que desejarem acompanhar tudo aquilo que a prefeitura contrata em aquisição de materiais, serviços ou obras”, detalhou Ferreira.
O acesso para o Portal de Compras Públicas de Apucarana se dá através do portal www.apucarana.pr.gov.br ou ainda http://compras.apucarana.pr.gov.br.
Presenças
O ato de lançamento foi prestigiado por fornecedores municipais e autoridades, entre elas o chefe do Executivo Municipal, o vice-prefeito Waldemar Garcia (PSDB), o presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Apucarana (Acia), Jaime Leonel, o diretor do Observatório Social, professor Rogério Ribeiro, e representantes das administrações indiretas do município.
(Matéria da Prefeitura de Apucarana)
A falta de chuvas significativas desde novembro do ano passado provocou redução de 18% na safra de grãos de verão 2011/2012, antes estimada em 22,2, milhões de toneladas. Estima-se queda de 3,95 milhões de toneladas, concentrada nas lavouras de soja, milho e feijão, o que aos preços de hoje, significa prejuízo de R$ 2,48 bilhões.
O novo relatório do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, foi divulgado nesta quinta-feira (26). De acordo com o diretor do Deral, Otmar Hubner, as chuvas de janeiro favorecerão o plantio de feijão e de milho da segunda safra, culturas que terão área maior que no ano anterior.
A produção de soja, inicialmente estimada em 14,11 milhões de toneladas, foi reavaliada para 11,67 milhões. Estima-se quebra em torno de 17,3%, o que significa que cerca de 2,44 milhões de toneladas deixarão de ser produzidas, causando perda de R$ 1,76 bilhão.
A área plantada com milho primeira safra, no Paraná, é de 945.656 hectares, 22% a mais que a plantada no ano anterior. A expectativa era que a produção atingisse 7,47 milhões de toneladas, 21% acima do volume obtido no início de 2011 (6,1 milhões de toneladas). No entanto, de acordo com o levantamento do Deral, a estiagem fez com que a estimativa caísse para 6,05 milhões de toneladas, redução de 19%, que representa quebra de 1,42 milhão de toneladas e prejuízo de R$ 556,8 milhões.
Estima-se que 64% da área total destinada à cultura do feijão primeira safra (246.131 hectares) já foi colhida. A produção inicialmente esperada era de 430.656 toneladas. Porém, temperaturas abaixo da média e a estiagem comprometeram o potencial produtivo. Segundo o levantamento, estima-se quebra de 20% da produção de feijão (86.417 toneladas), o que representa prejuízo de R$ 161,76 milhões. A produção atual está estimada em torno de 344.239 toneladas.
CLIMA
Em dezembro o regime de chuvas ficou abaixo da normalidade, comprometendo o desempenho da safra. Segundo o Simepar, nas estações meteorológicas de alguns núcleos regionais, como Toledo, Campo Mourão, Maringá, Londrina e Francisco Beltrão, choveu abaixo de 33% da média normal para o mês.
No início de janeiro, voltou a chover, com mais intensidade a partir do dia 12, amenizando a estiagem e favorecendo as lavouras que ainda estavam nas primeiras fases de desenvolvimento. Porém, nas áreas em que as plantações estavam mais adiantadas e que ficaram por maior período sem receber chuvas, os prejuízos são irreversíveis.
(Notícia da Agência Estadual de Notícias)
Cientistas nos Estados Unidos informaram nessa quinta-feira (26) que o Haiti deve se preparar para mais terremotos, como o que devastou o país há dois anos. A conclusão está no Boletim da Sociedade Sismológica da América. De acordo com as análises, o terremoto de 12 de janeiro de 2010 marca o início de um novo ciclo de fortes tremores na região.
Segundo os pesquisadores, registros históricos mostram que a Ilha de Hispaniola – que é dividida entre o Haiti e a República Dominicana – vive períodos de grandes terremotos e fases duradouras de calmaria.
No terremoto de janeiro de 2010, cerca de 220 mil pessoas morreram no Haiti. O país ficou destruído e até hoje as consequências estão presentes no cotidiano dos haitianos. O governo do presidente Michel Martelly apela à comunidade internacional para manter o apoio financeiro à região. Do contrário, dizem os haitianos, é impossível reconstruir o país.
A presidenta Dilma Rousseff viajará para o Haiti no próximo dia 1º. No que depender do Brasil, o apoio aos haitianos será ampliado. A ideia é intensificar as parcerias em vários setores – tecnológico, agrícola e energia.
(Matéria de Renata Giraldi – Repórter da Agência Brasil. Com informações da BBC Brasil. Edição: Graça Adjuto)
Em 2011, foram abertas 17.446 novas empresas em Curitiba. Em relação a 2010, o crescimento foi de 8%. No Paraná, foram criadas 56.325 novas empresas em 2011, o que inclui também a abertura de novas filiais. O crescimento do Paraná, em relação a 2010, ficou em 3,98%.
No Paraná, Curitiba foi a cidade que mais criou empresas em 2011. Depois da capital, seguem no ranking as cidades de Maringá (3.892 novas empresas), Londrina (3.686), Ponta Grossa (2.790), Cascavel (2.225), Umuarama (1.343), Foz do Iguaçu (1.307) e Santo Antônio da Platina (1.037). Os dados são da Jucepar (Junta Comercial do Paraná).
O presidente da Jucepar, Ardison Akel, aponta que entre 30% e 33% das atividades econômicas do Estado se concentram em Curitiba e na região metropolitana da capital. “Proporcionalmente, Curitiba cresceu muito mais que o estado. Isso se deve muito em razão da dinâmica dos negócios e o aspecto comercial da capital”, disse Akel.
“Os números da Junta Comercial confirmam o potencial atrativo de Curitiba que oferece eficiente infraestrutura urbana, localização estratégica, além de incentivos fiscais. Curitiba se transformou em um dos principais pólos de tecnologia da informação da América Latina”, disse o prefeito Luciano Ducci.
Bom Negócio
O prefeito adianta que o governo municipal trabalha em várias frentes tanto para atrair as grandes e médias empresas como para fomentar e consolidar as pequenas empresas instaladas na capital paranaense. “As pequenas empresas geram milhares de empregos e por isso damos suporte nas áreas de gestão”, disse Ducci. Das 190 mil empresas formais de Curitiba, 99,4% são micro e pequenas empresas.
Um dos principais programas da prefeitura em apoio aos pequenos empresários é o Bom Negócio. O programa oferece cursos gratuitos de capacitação gratuitos a micro e pequenos empreendedores, formais ou não, que recebem conhecimentos teóricos e práticos em cinco áreas de gestão: negócios, comercial, financeira, pessoas e estratégica.
Em 6 anos de atividades, as capacitações do Bom Negócio já certificaram 12 mil empreendedores. O programa também incentiva o associativismo. Desde 2005, apoiou a formação de 347 redes de negócios e 14 associações comerciais nos bairros. Pesquisas mostram que o programa tem 93% de satisfação dos participantes.
Tecnoparque
Na área tecnológica, Curitiba tem o Tecnoparque que funciona em quatro pólos urbanísticos na região sul-leste. Nestas áreas estão instaladas as três principais universidades do Estado e várias entidades dedicadas à pesquisa, que reúnem 46 mil estudantes, 3,3 mil professores e 500 grupos de pesquisas. Já são mais 150 empresas instaladas com investimento superior a R$ 300 milhões e mais de 16 mil empregos diretos gerados.
Integrante do Tecnoparque, o Parque de Software de Curitiba tem 15 anos, é referência em tecnologia de ponta, reúne 20 empresas, faturamento de R$ 150 milhões/ano e gera três mil empregos diretos e indiretos.
Grande Curitiba
Entre as grandes empresas se destacam a Harley-Davidson que inaugurou sua primeira concessionária no Paraná em dezembro de 2011. A Volvo inaugurou em dezembro mais uma fábrica em Curitiba e vai produzir caixas de câmbio.
O Hospital Marcelino Champagnat, inaugurado em novembro, investiu R$ 65 milhões e conta com 20 leitos de UTI, pronto-atendimento, cinco alas de apartamentos, três centros médicos, dois centros de diagnóstico e 72 consultórios. A Eletrolux inaugurou sua própria fábrica de ferros.
Na grande Curitiba, a Hamaya Corporation (empresa japonesa de reciclagem de materiais) se estabeleceu no município de Fazenda Rio Grande e vai gerar 300 empregos diretos. Leax do Brasil vai se instalar em Araucária. A estimativa é de empregar 150 funcionários quando atingir a capacidade máxima de produção.
(Matéria da Prefeitura de Curitiba)
A quebra da safra de verão no Paraná por causa da seca já chega perto de 20%, segundo relatório do Departamento da Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná. O prejuízo já chega a R$ 2,48 bilhões. As perdas nas plantações de milho, soja e feijão somam 3,95 milhões de toneladas.
Os maiores prejudicados foram os plantadores de soja: mais da metade da perda econômica do estado é referente à produção da oleaginosa. Segundo o relatório, o prejuízo com a quebra da safra de soja soma R$ 1,76 bilhão, referente a 2,44 milhões de toneladas ou 17,3% da produção esperada.
A lavoura de milho teve perda de R$ 556,8 milhões, referente a queda de 1,42 milhão de toneladas (19%). E a lavoura de feijão teve perda de R$ 161,76 milhões, queda de 86,4 mil toneladas (20%) em relação a produção estimada.
As chuvas deste mês amenizaram os danos da estiagem e favorecem as plantações de milho e feijão. A área de plantio de milho será aumentada em 22% em relação a do ano anterior. Mas as plantações que estavam mais avançadas tiveram prejuízos irreversíveis.
(Matéria da Agência Brasil. Ediçãod de Vinicius Doria)
O Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou nesta quinta-feira (dia 26) a renegociação dos financiamentos de custeio e investimento de produtores rurais que tiveram sua produção afetada pela seca na Região Sul. Além disso, uma linha de crédito de R$ 200 milhões foi instituída para que as cooperativas possam renegociar os débitos dos cooperados que, devido aos prejuízos causados pela estiagem, não têm condições de pagar os empréstimos neste momento.
As medidas já haviam sido anunciadas há duas semanas pelos ministros da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, e do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, mas aguardavam aprovação do CMN. Cerca de 600 municípios dos três estados do Sul tiveram situação de emergência decretada por causa da seca.
Segundo o secretário adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, João Rabelo, cerca de 85% dos contratos de custeio e investimento na região afetada estavam segurados, o que reduz os prejuízos dos produtores. “Cerca de 65% dos contratos da agricultura empresarial e 95% da agricultura familiar, estavam segurados. As lavouras de milho, soja e feijão foram as mais afetadas, nesta ordem”, explicou.
Os produtores de municípios que tiveram situação de emergência ou de calamidade pública reconhecida pelo Ministério da Integração Nacional poderão prorrogar o vencimento das parcelas de investimento e custeio rural da safra 2011/2012, vencidas e a vencer entre 1º de de janeiro a 30 de julho, para 31 de julho. Os que tiveram perdas superiores a 30% da renda vinda das três culturas mais afetadas poderão renegociar o débito das operações de custeio em até 5 anos, com a primeira parcela anual vencendo até um ano após formalizada a renegociação do contrato, que pode ser feita até o fim do ano.
Em relação às cooperativas, Rabelo disse que a linha emergencial de crédito é uma inovação. Como boa parte das cooperativas fornece insumos aos cooperados e recebe o pagamento em produto, elas não terão como receber daqueles produtores mais afetados pela seca. Assim, a nova linha permite a renegociação de até 100% dos débitos dos associados contraídos para aquisição de insumos usados nas lavouras de milho, soja e feijão da safra 2011/2012 com vencimentos entre 1º de janeiro e 30 de junho.
O limite de crédito foi fixado em R$ 10 milhões por cooperativa, não podendo ultrapassar R$ 40 mil por associado ativo, com taxa de juros de 6,75% ao ano. O prazo de reembolso é de até cinco anos, com um ano de carência. Os recursos dessa linha devem ser contratados até 30 de dezembro.
(Matéria de Danilo Macedo para a Agência Brasil com edição de Vinicius Doria)
A empresa de engenharia responsável pelas obras de rebaixamento da linha férrea em Maringá iniciou nesta semana os trabalhos para assentamento das 270 vigas de sustentação da laje de cobertura do novo túnel ferroviário que está sendo construído na cidade. O túnel terá percurso de 680 metros, entre a Avenida Dezenove de Dezembro e a Rua Arlindo Planas, na Zona 6.
A colocação das vigas será feita com o auxílio de uma ponte rolante, montada nesta quinta-feira (26) na entrada do túnel, na altura do antigo cruzamento em nível da ferrovia com a Avenida Dezenove de Dezembro.
A montagem do equipamento exigiu interdição parcial e temporária de um trecho da pista de sentido bairro-centro da avenida para o tráfego de veículos.
Ponte rolante
Montada para facilitar a execução da obra, a ponte rolante já foi utilizada na fabricação antecipada das vigas que darão sustentação à laje da cobertura. O equipamento vinha atuando, havia um ano, como guindaste de suporte na produção da maior parte dos materias em concreto pré-moldado que serão utilizados na cobertura do túnel.
A fábrica da empresa que executa a construção do túnel está localizada no percurso da pista norte da Via Expressa, entre as avenidas Tuiuti e Pedro Taques, distante cerca de três quilômetros da obra.
Feitas de concreto ensaiado e com traço especial, as vigas têm 16,8 metros de comprimento por 30cm de largura e altura variável de 1,5m; 2m e 2,5 metros. Conforme a altura cada uma delas pesa entre 12 e 30 toneladas.
No trajeto do novo túnel foram feitas perfurações no solo para a implantação de 540 tubulões de concreto. Eles darão sustentação às 270 vigas da cobertura. No percurso da obra também foi aplicado concreto projetado sobre telas metálicas para contenção das encostas.
A partir da outra “boca” do túnel, na Rua Arlindo Planas, está sendo feita a concordância de nível da ferrovia até a altura da Avenida Paranavaí, a exemplo dos procedimentos adotados no trajeto entre o viaduto da Avenida Tuiuti até o viaduto da Avenida Centenário, no lado leste das obras de rebaixamento.
Serviço – Mais informações: 3223-1503 (Urbamar)
(Matéria da Prefeitura de Maringá)
A renovação da frota, com 557 ônibus zero quilômetro no ano passado, representou uma redução na emissão de poluentes de quase 100 toneladas por mês, uma economia que vai representar a emissão de 1.185 toneladas a menos de poluentes por ano.
A política de renovação constante da frota, adotada pela Urbs e pela Prefeitura, é um dos principais pontos de redução do impacto ambiental do transporte coletivo de Curitiba.
Levando em conta toda a frota em operação – 1.915 ônibus, com idade média de 4,6 anos – o índice de emissão de poluentes no ano passado, foi 35,7% menor do que o limite estabelecido pela legislação brasileira.
A média ponderada na emissão de partículas ficou em 1,01m–1, enquanto o limite estabelecido em lei é de 1,57 m –1 . A unidade m – 1 é um valor de referência nas medições de opacidade e indica a quantidade de luz absorvida pela fumaça, no espaço de um metro, entre um ponto emissor e um outro receptor de luz.
Para ter uma idéia, no ano passado, a média obtida nos testes de opacidade dos veículos com motor Euro III foi de 0,72 m –1 , enquanto ônibus com motor Euro II foi de 1,45 m –1 (limite 2,28m-¹), e os Euro I chegam a 2,80 m – 1. Desde janeiro de 2005 só entram na frota do transporte coletivo de Curitiba ônibus com motor Euro III que fazem queima mais completa de combustível.
Nestes seis anos, a renovação da frota garantiu a entrada de 1,7 mil ônibus com motor Euro III. A frota operante tem 1.915 ônibus.
O monitoramento das emissões de poluentes no transporte coletivo é uma ação de rotina na Urbs e faz parte da política do município . No ano passado, por exemplo, foram feitos 3.153 testes de opacidade, uma média de 12 testes por dia, em todo o sistema. Além destes testes a Urbs faz no mínimo duas inspeções veiculares por ano em cada ônibus do transporte coletivo.
Sustentabilidade
A redução de impactos e a conservação ambiental são princípios que norteiam a política de transporte coletivo. Há dois anos, Curitiba passou a ser a primeira cidade de que se tem notícia a ter uma frota de ônibus em operação regular, movida apenas por biocombustível, sem adição de óleo diesel ou qualquer outro combustível mineral.
O projeto 100% Biocombustível começou em agosto de 2009 com seis ônibus na Linha Verde. Hoje, são 30 ônibus – os 24 biarticulados das linhas Ligeirão e seis articulados da linha Circular-Sul. A meta é chegar a 140 ônibus movidos a biocombustível até o fim deste ano.
Na Linha Verde, onde o projeto começou, também fica evidente a preocupação ambiental no transporte coletivo. Sexto eixo de transporte da cidade,a Linha Verde tem um projeto diferenciado que prevê a formação de bosques no entorno das estações tubo, locais de frenagem e arranque. Ao longo de todo o eixo foram plantadas 2,5 mil mudas de árvores.
Outra medida importante nesta área é a entrada em operação do Hibribus – ônibus híbrido, movido a eletricidade e, no caso de Curitiba, a biocombustível. A bateria é recarregada pelas freadas do veículo e, enquanto ele está parado, o motor fica deslgado. O Hibribus, que será fabricado pela Volvo em Curitiba foi anunciado no ano passado pelo prefeito e a previsão é de que os primeiros 30 veículos entrem em operação até o início do ano que vem.
(Matéria da Prefeitura de Curitiba)
O prefeito Edgar Bueno foi conferir hoje (25) o andamento das obras de implantação do Parque Ambiental Vitória, localizado na Rua Manaus esquina com a Sete de Setembro, entre os bairros Cancelli e Country. A vistoria foi acompanhada pelos secretários Luiz Carlos Marcon (Meio Ambiente) e Atair Gomes da Silva (Governo).
A área nobre, de 18 hectares, contará com uma trilha com 2 mil metros feita com paver para caminhadas, além de dois campos de futebol suíço, duas academias ao ar livre, dois parques infantis, entre outros equipamentos apropriados ao lazer e à prática de atividades físicas.
Mais de 50 mil pessoas serão beneficiadas no entorno do parque. Para isso estão sendo abertos cinco acessos e construídas três pontes, além das obras de contenções das encostas que recebem água de diversas nascentes e das chuvas, bem como a implantação de 3,2 mil metros de cerca ao redor do parque, que contará, ainda, com dois estacionamentos e banheiros.
“É importante acompanhar as obras de perto, como temos feito desde o início do projeto. As várias empresas que ganharam as licitações estão comprometidas e trabalhando. Temos esperança de entregar essa obra para a população até o mês de maio”, destacou o prefeito.
O objetivo, segundo ele, é investir na qualidade de vida da população, sem perder de foco a preservação ambiental. “Seremos uma metrópole no futuro, mas não podemos abrir mão da qualidade de vida e de preservar o meio ambiente, pois não é importante só a riqueza, mas morar e viver bem, e ter cada vez mais orgulho da nossa cidade”, acrescentou Edgar Bueno.
De acordo com o secretário Luiz Carlos Marcon, neste momento estão sendo feitas as obras mais importantes, que são as pontes necessárias para fazer a passagem de todos os materiais para todos os locais do parque, além da conclusão da terraplenagem de cada espaço projetado.
Comunidade aprova
O empresário Jair Luís de Souza, que mora em frente ao parque, foi até o local conferir a vistoria de hoje. Na oportunidade, o prefeito entregou a ele uma cópia do projeto. A entrega atendeu a um pedido feito pela esposa de Jair, Silvana Silva Souza, por meio de rede social, domingo (22). “Parabenizamos o prefeito pela iniciativa. É uma obra muito aguardada pela comunidade, pois começou na primeira gestão do prefeito [2001-2004], mas não houve tempo hábil para a realização. Agora estamos ansiosos pela conclusão das obras, pois é um espaço privilegiado para a comunidade”, destacou Jair. De acordo com Silvana, “esse parque será muito bem aproveitado por todos os moradores das regiões do Cancelli, Jardim Independência, Country e demais moradores da nossa linda Cascavel”.
Ainda de acordo com o secretário de Meio Ambiente, embora a obra dependa das condições climáticas e demanda cuidados por ser uma área difícil de se trabalhar, o cronograma está dentro do esperado. “Além disso, estamos atuando com o máximo de cuidado para preservar as características do parque, sem agredir o meio ambiente”, informou Marcon.
O investimento total no projeto é de mais de R$ 2,5 milhões. Cada estrutura foi licitada separadamente para que todas as empresas trabalhem paralelamente. A previsão é de entregar o parque à população no fim de maio.
(Matéria da Prefeitura de Cascavel)